quarta-feira, 10 de agosto de 2011

Alimentos Funcionais na infância: Proteção para toda a vida!


Os alimentos funcionais são conhecidos a bastante tempo, mas só recentemente as pesquisas alcançaram o universo infantil. Novos estudos mostram que o tomate e a soja, por exemplo, seriam capazes de evitar doenças na fase adulta e garantir um crescimento e desenvolvimento melhor na infância


“Se a criança tem uma alimentação equilibrada e os funcionais são introduzidos precocemente, é possível dizer que você está eliminando o risco de aparecimento de algumas doenças, como problemas com colesterol e diabetes” Quem afirma é Andrea Frias – nutricionista da Associação brasileira de alimentos funcionais. 


A criança precisa de variedade no prato para estar bem nutrida e ser saudável e os funcionais vêm para somar. São benéficos para toda a família. Gestantes, por exemplo, podem tirar proveito desse tipo de alimento, já que alguns beneficiam o desenvolvimento cerebral do bebê. 


Confira quais são os mais indicados para as crianças e tenha sempre esses alimentos que levam saúde e proteção para seu filho: 


• Probióticos e prebióticos: O primeiro trata da adição de microrganismos vivos em um alimento, como o leite fermentado, que favorece o funcionamento do intestino. Os prebióticos servem de alimentos para bactérias que fazem bem ao nosso organismo. São formulados com ingredientes de alguns vegetais como chicória,banana, alcachofra. Ambos melhoram a absorção do cálcioevitam constipação e diarreia. Para saber quais são esses produtos, consulte as embalagens de iogurtes e leites fermentados. 


• Ômega 3- É responsável pelo desenvolvimento do sistema nervoso e da retina. Tanto crianças quanto adultos devem comer peixe pelo menos três vezes por semana. São fontes ricas os de água fria, como sardinha, atum e salmão.


• Grãos integrais e talos- Ambos contêm muita fibra alimentar. Os grãos, apesar de não serem considerados alimentos funcionais por não terem uma função nutricional específica, evitam a constipação intestinal. Vale adicionar farinha de linhaça ou aveiapara preparar alguns pratos e comprar pão integral.


• Soja- Novas pesquisas mostram que o consumo de soja na infância reduz as probabilidades de aparecimento de câncer de mama.


• Azeite de oliva- No molho de tomate ou na salada, o azeite tem o poder de reduzir o LDL, o colesterol ruim.


• Tomate- O licopeno é o pigmento que dá a cor avermelhada à fruta. Quanto mais vermelho for o tomate, maior é a quantidade da substância. Além do benefício contra doenças cardiovasculares, reduz a incidência de câncer de próstata na fase adulta. 


 Cebola e alho- Os antioxidantes desses alimentos agem neutralizando os radicais livres em excesso, formados a partir de células de nosso corpo.


• Frutas vermelhas e cítricas Comprar amoras e mexericas mais vezes na semana. As cítricas reduzem o risco de câncer, e as vermelhas ajudam a diminuir o LDL, o colesterol ruim. Sirva três porções por dia a seu filho. Quando aquecidas, perdem parte das funções nutricionais e funcionais.


Fonte: Revista Crescer 

Outra fonte interessante pra ler: 
http://www.abril.com.br/alimentos-funcionais/

sábado, 9 de julho de 2011

Posso Congelar a Comida do Meu Filho?

A utilização de preparações congeladas pode ser uma forma fácil, prática e gostosa de se alimentar. Esta técnica propicia a preservação das características dos alimentos, pois evita o crescimento de microorganismos e bactérias que os deterioram e, quando realizado de forma correta, preserva os nutrientes contidos nos mesmos.

No entanto, se for realizado indevidamente, pode trazer problemas para a preparação, tanto no ponto de perda de nutrientes importantes quanto em relação à segurança no consumo desse alimento.

COMO CONGELAR?

Em primeiro lugar, os alimentos e preparações devem ser frescos.
Após o preparo, a comida deve ser porcionada em recipientes individuais (que dê para a criança comer apenas uma vez) e, ainda quente, submetida ao resfriamento com água gelada e pedras de gelo em outro recipiente maior. A realização desta etapa preserva as características e textura dos alimentos, bem como seu valor nutricional. Os recipientes devem ser pequenos e preenchidos em sua maior parte com os alimentos, o que evita o acúmulo de ar.

Devem ser fechados e em seguida, levados ao freezer.
Diferentes preparações devem ser congeladas separadamente (por exemplo: a carne em um recipiente e o arroz em outro) ou então utilizar recipientes com divisórias.
As papas ou sopas podem ser congeladas depois de devidamente preparadas.

Para o congelamento deve-se utilizar somente o freezer, já que os congeladores das geladeiras não apresentam temperaturas adequadas para a conservação dos alimentos.

No descongelamento os alimentos podem ser levados diretamente ao microondas em potência mínima ou descongelar até que ocorra o descongelamento completo.

Outra forma de descongelamento é na própria geladeira, por até 5 horas, e em seguida aquecer no fogo convencional. O descongelamento nunca deve acontecer em temperatura ambiente ou sob a água, o que aumenta o risco de contaminação. As comidinhas podem ser armazenadas por até 3 meses.

Nunca se deve descongelar e posteriormente recongelar o mesmo alimento, pois a oscilação de temperatura permite o crescimento de bactérias.

Outra prática incorreta é congelar grande quantidade de alimentos no mesmo recipiente, descongelando-se depois em etapas.

A preservação da estrutura do alimento é muito importante após o descongelamento, ista indica se o congelamento foi praticado de forma correta e que o valor nutricional não foi muito abalado, principalmente no que diz respeito à preservação das fibras alimentares.

Matéria realizada pela Equipe RGNutri

terça-feira, 5 de julho de 2011

Como introduzir alimentos na dieta do bebê


O método varia  – alguns especialistas preferem começar com papinhas salgadas feitas com apenas um legume, enquanto outros já sugerem uma sopinha mais elaborada.
Mas, no geral, recomenda-se a seguinte sequência:


1 - Escolha um dia e ofereça um suco de laranja-lima no meio da manhã, entre uma mamada e outra, e não perca por nada o rostinho de espanto que o bebê vai fazer ao experimentar o novo sabor.


2 - Comece a oferecer as papinhas de frutas depois de três, quatro dias. Escolha um horário entre as mamadas na parte da tarde, e observe se o organismo da criança reage bem.


3 - Depois de uma semana, organize o horário das mamadas para oferecer a papinha salgada na hora do almoço. Continue com o suco e a papinha de frutas no lanche.


4 - Quando o bebê já estiver habituado é hora de dar a papinha salgada na hora do jantar também. E papinha de frutas como sobremesa nas duas refeições. 

A introdução dos alimentos complementares deve ser lenta e gradual. A mãe deve  saber que a criança tende a rejeitar as primeiras ofertas do(s) alimentos(s), pois tudo é novo: a colher, a consistência e o sabor e que mesmo assim não deve desistir.

Fonte: Revista Crescer

sexta-feira, 1 de julho de 2011

Qual é a recomendação de ganho de peso corporal na gestação?

O ganho de peso corporal durante a gestação inclui os produtos da concepção, incluindo o feto, a placenta, o líquido amniótico e o aumento de tecidos maternos, como útero, mama, fluidos extracelular e sangüíneo e tecido adiposo.

Este ganho de peso depende diretamente do peso com que a gestante iniciou a gravidez, ou seja, de acordo com o IMC (índice de massa corporal) pré-gestacional. Por isso, o total do ganho de peso varia de acordo com a característica de cada mulher.

O Instituto de Medicina (IOM), um dos componentes da Academia Nacional Norte-americana, já tinha proposto em 1990 valores de ganho de peso gestacional. Mesmo com a revisão mais recente das recomendações nutricionais por essa Academia, que deu origem a Dietary Reference Intakes (DRI), os valores de ganho de peso gestacional foram mantidos.

Portanto, o ganho de peso gestacional total para mulheres que começam sua gestação com peso normal (IMC de 19,8 a 26) deveria ser de 11,5 a 16 kg. Porém, esse ganho de peso é diferente em cada etapa da gestação. Para as gestantes com IMC normal o ganho de peso semanal deve ser de 65 g/semana nas primeiras 10 semanas; 335 g/semana entre as 10 – 20 semanas; 450 g/semana entre as 20 – 30 semanas; 335 g/semana entre as 30 – 40 semanas.

O quadro a seguir mostra o ganho de peso total na gestação e a partir do primeiro trimestre em todas as faixas de IMC.


IMC pré-gestacional (kg/m2)
Ganho de peso gestacional total (kg)
Ganho de peso por semana a partir do primeiro trimestre
(kg)
19,8 – baixo peso
12,5 – 18
0,5
19,8 – 26 – eutrofia
11,5 – 16
0,4
26 – 29 – sobrepeso
7 – 11,5
0,3
 29 – obesidade
Até 6,8

Gestação de gêmeos
15,9 – 20,4
0,7
Gestação de trigêmeos
22,7



Fonte: Nutritotal

segunda-feira, 27 de junho de 2011

O bebê precisa arrotar toda vez que mama?


Ele não precisa necessariamente arrotar, mas o ritual do colo é fundamental e tem de ser repetido depois de cada mamada. Deixe a criança em posição vertical deitada de barriga sobre seu tórax e dê tapinhas muito sutis nas costas. Ela deve arrotar logo. Agora, se não ouvir a eructação (sim, esse é o nome) após 15 minutos, pode deitá-la sem medo. O arroto é importante porque o bebê engole ar enquanto suga o leite e precisa colocá-lo para fora. Caso contrário, vai ficar incomodado e até regurgitar.

P.S. Se você colocá-lo no berço e ele ficar agoniado, pegue-o novamente que pode querer arrotar.
Fonte: Bebê Abril

segunda-feira, 13 de junho de 2011

Propriedades da Cafeína

Evidências científicas sugerem que o consumo moderado de cafeína pode exercer efeitos benéficos sobre vários sistemas fisiológicos. Uma revisão bibliográfica publicada em 2010 destacou que o consumo moderado (200-300 mg) da cafeína possui as propriedades de:

1) Diminuir a fadiga mental;
2) Aumentar o gasto energético de repouso;
3) Diminuir a sensação de esforço associado à atividade física;
4) Melhorar o desempenho físico, motor e cognitivo;
5) Aumentar a capacidade de concentrar e focar a atenção;
6) Reforçar a memória de curto prazo;
7) Aumentar a capacidade de resolver problemas que requerem raciocínio;
8) Aumentar a capacidade de tomar decisões;
9) Melhorar a coordenação neuromuscular.


Uma pesquisa confirmou uma destas propriedades quando observou que após 20 minutos do consumo de 100 mg de cafeína, indivíduos saudáveis apresentaram aumento da atividade neural em áreas cerebrais associadas com a atenção durante a execução de atividades que exigiam o uso de memória de curto prazo como, por exemplo, armazenar número de telefone por alguns minutos.

A cafeína pertence a uma classe de compostos chamada xantina que apresenta estrutura química semelhante ao neurotransmissor adenosina. Esta substância possui ação farmacológica sobre o sistema nervoso central, pois pode aumentar a eficiência das redes neurais do córtex cerebral.

Existem relatos que devido a sua estrutura química ser semelhante a adenosina, a cafeína pode potencializar a neurotransmissão e, com isso, estimular o aumento do gasto energético.

Este efeito foi observado em um estudo científico em que homens saudáveis tiveram aumento significativo do gasto energético após 30 minutos da ingestão de cafeína em dose superior a 50 mg. Este efeito persistiu por pelo menos 4 horas, aumentando em 6% no gasto energético de repouso total.

Em um estudo duplo-cego, randomizado e controlado, mostrou que o consumo de 100 mg de cafeína, 2 horas e meia antes da atividade física, melhorou o desempenho de ciclistas.

Entretanto, cabe ressaltar que o consumo excessivo de cafeína pode causar efeitos adversos, como irritabilidade, dores de cabeça, insônia, diarreia e palpitações do coração.


Fonte: Nutritotal

quarta-feira, 8 de junho de 2011

Intoxicação Alimentar

Engana-se quem pensa que os surtos de doenças transmitidas por alimentos (DTA) são exclusivos do verão. Podem ocorrer em qualquer época do ano e causar falta de apetite, náuseas, vômitos, diarreia, dores abdominais e febre, além da possibilidade de atingirem o fígado (hepatite A) e as terminações nervosas periféricas (botulismo).

Por isso, é importante ficar atento à alimentação. Entre os produtos que mais provocaram problemas no País, segundo a Secretaria de Vigilância em Saúde, estão ovos crus e mal cozidos (22,8%), carnes vermelhas (11,7), sobremesas (10,9%), água (8,8%), leite e derivados (7,1%).

Uma pesquisa do Centro para Ciência no Interesse Público dos Estados Unidos, divulgada no blog Well, do jornal The New York Times, aponta os 10 principais vilões de lá nessa ordem: ovo, atum, ostra, batata, queijo, sorvete, tomate, brotos e frutas vermelhas.

Existem mais de 250 tipos de DTAs e a maioria é causada por bactérias e suas toxinas, vírus e parasitas. A lista de condições que favorecem a contaminação conta com erros de higiene pessoal, preparo com muita antecedência das iguarias e refrigeração inadequada.

Alguns gestos simples ajudam na prevenção, como lavar bem as mãos com água e sabão antes de preparar as refeições, verificar se os utensílios da cozinha estão limpos e checar o prazo de validade dos produtos.

Confira abaixo dicas específicas para cada tipo de alimento:

Aves e ovos: As aves apresentam em seu sistema digestório a bactéria Salmonella, que pode contaminar o ovo e a carne. Sua eliminação depende da maneira de preparo do alimento. O ovo deve ser cozido ou frito, até que a gema fique dura. A carne tem de estar ao ponto ou bem passada.

Peixes e frutos do mar: Antes de consumi-los, observe o aspecto e o odor. Se notar algo diferente, assim como sabor estranho, despreze-os. Coloque-os sempre em local refrigerado, sem mantê-los por muito tempo em temperatura ambiente. Na hora de comprar frutos do mar, preste atenção na pessoa que os vende. "Se o manipulador estiver com roupas sujas, mãos, barbas e unhas compridas, prefira comprar o produto de outro fornecedor."

Frutas, verduras e legumes: Antes de consumi-los, deixe-os em solução de água com cloro (1 litro de água e 1 colher de sopa de cloro) por cerca de 15 minutos. Depois, lave-os com água potável. Há também alguns produtos industrializados específicos para higienização desses alimentos, que são práticos e seguros.

Cereais: A bactéria B. cereus pode ser encontrada em cereais, como arroz, farinhas e temperos secos. O cozimento em vapor sob pressão, a fritura e o ato de assar em forno a temperaturas superiores a 100º C a elimina. Se notar sinais de bolor, despreze todo o alimento. "Não adianta desprezar somente a parte que está embolorada, porque, provavelmente, todo o produto já está impróprio ao consumo."
Água: A opção potável, filtrada ou mineral, é a melhor, tanto para beber quanto para cozinhar. Caso use a água de torneira, a dica é fervê-la.

Leite: O risco maior está em consumir leite do mercado informal, já que não recebe tratamento para esterilização e conservação. A recomendação da nutricionista é consumir os do tipo longa vida, que, quando abertos, precisam ser armazenados na geladeira (por até três dias) ou como indicar o fabricante.

Derivados do leite: É preferível comprar os industrializados em vez dos caseiros. Quando quiser saborear sorvetes de massa, vendidos por quilo, fique atento aos pegadores que ficam na água. "Devem estar em água limpa e ser trocados constantemente."

Enlatados: O consumo de enlatados pode ocasionar o botulismo, transmitido pela toxina do Clostridium Botullinun, que, além dos sintomas gastrointestinais, pode causar problemas neurológicos. Para prevenir, verifique as latas e vidros. Se estiverem estufados ou, se ao abrir, observar sinal de presença de ar, descarte o alimento.

Fonte: site terra

terça-feira, 31 de maio de 2011

Alimentação e Nutrição do Bebê

Nos primeiros 6 meses de vida do bebê o leite materno deverá ser o único alimento oferecido. Não é necessário nem mesmo água ou chás. Ele oferece uma fonte de nutrientes especialmente adaptados às condições digestivas e metabólicas da criança. Oferece ainda, proteção contra algumas doenças, estabelece um forte vínculo entre mãe e filho e previne doenças cardiovasculares na vida adulta da criança. O leite materno é adequado e garante o crescimento e desenvolvimento adequados da criança nesta fase da vida!

A orientação do período exclusivo da amamentação é dada pelo Ministério da Saúde e também pela Organização Mundial da Saúde.

Na impossibilidade ou dificuldades de amamentar o recém-nascido deve-se procurar um profissional capacitado para orientar a melhor conduta: nutricionista, pediatra ou um profissional do banco de leite humano ou posto de coleta.
A partir do 6º mês torna-se necessário complementar a dieta da criança com outros alimentos. Lembrando que não é para SUBSTITUIR o leite materno e sim COMPLEMENTAR, pois o aleitamento materno deve ser mantido, sempre que possível, até os 2 anos de idade.

Os novos alimentos devem ser oferecidos ao bebê gradativamente, sendo um alimento novo por dia, a fim de observar a tolerância pela criança. As papinhas de fruta poderão ser oferecidas 2 vezes ao dia enquanto que as papinhas de sal inicialmente poderão ser oferecidas apenas no horário do almoço e posteriormente, por volta do 8º mês de vida, oferecida também no jantar. Poderá ser elaborada pelos mesmos alimentos presentes nas refeições da família, porém, inicialmente, a consistência deve ser adaptada às condições da criança. Não deve ser muito mole, pois é necessário estimular a mastigação e os dentinhos que estão começando a serem formados. Portanto sugere-se amassar ao invés de liquidificar e com o passar do tempo substituir por alimentos picadinhos.

As papinhas de sal devem conter um alimento de cada grupo descrito abaixo:

- energia: arroz ou batata ou inhame ou mandioca ou angu ou macarrão, etc.
- proteína vegetal: feijão ou lentilha ou grão de bico ou soja, etc.
- proteína animal: carne ou ave
- vitaminas, minerais e fibras: couve / cenoura / espinafre / abobrinha / couve-flor / taioba / brócolis, etc.

OBS: o sal e o óleo vegetal podem ser utilizados durante o preparo, porém, cuidado com as quantidades!!!

Deve-se evitar oferecer à criança no primeiro ano de vida os seguintes alimentos: ovo (principalmente a clara), mel e outros leites que não o leite materno.
 
A partir do momento que se inicia a alimentação complementar, torna-se necessário oferecer à criança água nos intervalos das refeições. A oferta de líquidos deve ser oferecida diretamente em copos, pois são mais higiênicos que mamadeiras, auxiliam no desenvolvimento psicomotor e não desestimulam a sucção ao seio materno.

Deve-se dar atenção á higiene dos alimentos oferecidos, principalmente alimentos consumidos crus como frutas e hortaliças e também aos utensílios utilizados no preparo das refeições. Tudo deve ser muito bem higienizado para evitar qualquer dano à criança.

É importante salientar que qualquer alimento industrializado/artificial deve ser evitado porque o intestino da criança ainda está imaturo. Em geral, esse grupo de alimentos contém conservantes / corantes / aditivos que devem ser evitados pelas crianças. Uma alimentação saudável, variada e o mais natural possível seria o ideal!!
 
DICAS

* Se houver recusa da criança à oferta de um novo alimento, não forçar. Porém, em outras oportunidades deve-se oferecê-lo novamente, pois a criança está em um processo de aprendizado e repetir o mesmo alimento para a criança é necessário. Pesquisas indicam que uma criança pode provar até 10 vezes o mesmo alimento para poder aceitá-lo.

* Permitir, sempre que possível, que a criança segure o copo, use a colher e as mãos para manusear o alimento, contudo sempre sob vigilância. Esse contato permite à criança treinar a coordenação motora mão-boca, treinar preensão de objetos e conhecer texturas.

* Variar a forma de apresentação e preparo da refeição. Deve ser sempre colorida, com os alimentos colocados separados evitando misturá-los. Assim melhoramos o aspecto psicossensorial e prevenimos a monotonia, além da criança ir conhecendo os alimentos.

* Os horários das refeições da criança devem ser um momento agradável para que ela associe a uma atividade prazerosa. Entretanto, não se deve permitir que a criança realize outras atividades durante a refeição como correr, brincar ou assistir televisão.

sábado, 26 de março de 2011

sábado, 19 de fevereiro de 2011

A importância da alimentação na Atividade Física

A prática regular de atividade física traz muitos benefícios à saúde, entre eles, aumento do gasto energético, maior coordenação motora, diminuição do estresse e redução do risco de doenças (hipertensão, obesidade, diabetes).

A alimentação desempenha um papel importante na atividade física, pois prepara o organismo para o esforço, fornecendo os nutrientes necessários que irão variar de acordo com o tipo de exercício e o objetivo que se pretende alcançar como, por exemplo, perda de peso ou ganho de massa muscular.

A importância de cada nutriente no desempenho físico:

* Os Carboidratos

A dieta de um praticante de atividade física, assim como a de um sedentário, deve ser composta, em sua maioria, por alimentos fonte de carboidratos (arroz, batata, macarrão, pão).

Os carboidratos servem de matéria-prima para a produção de glicogênio muscular que é a primeira e a principal fonte de energia utilizada durante o exercício.

Antes do exercício, deve-se ofertar uma refeição (3 horas antes) ou um pequeno lanche (1 hora antes) contendo alimentos ricos em carboidratos, respeitando a duração do treino.

Logo após o término da atividade, o carboidrato também deve ser ingerido para que os estoques de glicogênio sejam rapidamente repostos, beneficiando a recuperação que passa a ser mais acelerada e que prepara o músculo para atividades subseqüentes.

* As Proteínas

A ingestão de proteínas deve manter a proporção máxima recomendada para os indivíduos saudáveis que é de 15% em relação ao valor calórico total da alimentação diária.

Os alimentos protéicos (carnes, ovo, leite, iogurtes, queijos) não devem ser consumidos muito próximos ao início da atividade por terem uma digestão mais demorada e, com isso, provocarem desconforto estomacal durante o exercício. Logo após a atividade, também não é um bom momento, devido à prioridade do organismo em sintetizar glicogênio para repor os estoques de carboidratos gastos no esforço. Portanto, os alimentos protéicos devem ser consumidos distantes dos horários de treino e de forma fracionada, ou seja, em várias refeições para que haja melhor aproveitamento dos aminoácidos pelo tecido muscular.

* Os Lipídios (Gorduras)

A prática de atividade física com o objetivo de reduzir os depósitos de gordura corporal deve ser acompanhada de baixa ingestão de lipídios na dieta, para os resultados serem obtidos mais rapidamente. Da mesma forma que os alimentos protéicos, os alimentos ricos em gordura não devem ser consumidos próximos ao início dos treinos.

* Água e Eletrólitos

A hidratação adequada é importante para o bom desempenho físico. A ingestão de água em todas as etapas do exercício é suficiente para repor a perda hídrica em atividades leve e moderada (caminhada, musculação, ginástica). Apenas no caso de atletas, em que o treinamento é intenso sendo maior o risco de desidratação, é indicado o uso de bebidas isotônicas para reposição rápida da água e dos eletrólitos (sódio, potássio, cloro) perdidos, além de glicose para manter a glicemia constante. 


Fonte: Nutrição Ativa

sábado, 5 de fevereiro de 2011

Gordura Trans: Tenha Cuidado

Afinal, o que são gorduras trans?

São gorduras insaturadas que sofrem um processo de hidrogenação das gorduras vegetais (quando os líquidos em temperatura ambiente passam para a forma sólida ou semissólida).

Para que servem?

Ela serve para dar mais consistência aos produtos, melhorando sua textura, deixando-os mais crocantes e conservando-os por mais tempo.
Onde são encontradas?

As trans estão presentes nas batatas fritas, nos bolos, nos biscoitos cream cracker e nas bolachas recheadas, em bolos, no chocolate, nos salgadinhos, nas massas folhadas, no sorvete, na pipoca de microondas, na margarina e em muitos outros alimentos industrializados.

O resultado direto são malefícios à saúde: “Embora seja de origem vegetal, a trans é modificada industrialmente e, graças a esse processo, o corpo humano não consegue absorvê-la.

Como é possível controlar o consumo da gordura trans?

A leitura dos rótulos dos alimentos permite verificar quais alimentos são ou não ricos em gorduras trans. A partir disso é possível fazer escolhas mais saudáveis, dando preferência àqueles que tenham menor teor dessas gorduras, ou que não as contenham.



Consumo excessivo de gordura trans pode levar à depressão

Que a ingestão de gorduras trans e saturadas traz prejuízos à saúde já é de conhecimento de todos, mas agora, novo estudo realizado na Espanha mostra que o consumo dessas gorduras aumenta as chances de a pessoa sofrer de depressão. Realizado nas Universidades de Navarra e Las Palmas, o estudo analisou 12 mil voluntários durante seis meses, e concluiu que quanto maior a quantidade de gorduras trans e saturadas, maiores as alterações mentais.

O acúmulo de gordura no abdômen pode gerar alterações hormonais e produzir substâncias inflamatórias que interferem no funcionamento do cérebro. O risco de depressão aumentou 48% com a ingestão de gorduras trans e saturadas. Por outro lado, a pesquisa mostrou também que o consumo de gorduras “boas”, como aquelas presentes no azeite de oliva e nas gorduras poli-insaturadas, presentes em peixes e óleos vegetais, provocam melhoras na saúde mental dos voluntários.

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

Distrações durante a refeição prejudicam a saciedade

Checar e-mails enquanto almoça? Comer assistindo televisão? Você pode acabar comendo mais do que imagina.

Pesquisadores fizeram com que 22 voluntários comessem uma refeição enquanto jogavam paciência no computador, enquanto outras 22 pessoas comiam a mesma refeição no mesmo período de tempo, mas sem estar distraídos. Eles disseram aos participantes que se tratava de um teste sobre os efeitos da comida na memória, mas na verdade estavam analisando o índice de satisfação das pessoas após uma refeição, quanto elas comiam num "teste de gosto" 30 minutos depois e com que sucesso conseguiam se lembrar exatamente do que comeram. Os resultados foram publicados online no "American Journal of Clinical Nutrition".

As pessoas que comiam distraídas não apenas foram as piores em se lembrar do que tinham consumido, mas também se sentiram significativamente menos satisfeitas depois do almoço, mesmo depois que os pesquisadores controlaram fatores como peso e altura. Nas sessões de teste de gosto, meia hora depois, eles comeram cerca de duas vezes mais biscoitos do que os que tinham almoçado mais concentrados, sem jogar paciência.

"Se for possível evitar comer diante de uma tela de computador ou qualquer outra atividade que o distraia, isso pode moderar a tendência a lanchar mais tarde do dia", disse Jeffrey Brunstrom, principal autor do estudo.

 Brunstrom, que é pesquisador de nutrição comportamental da Universidade de Bristol, na Inglaterra, disse que o problema reside em relembrar o que comemos.

"A memória desempenha um papel importante em regular o consumo de alimentos", ele disse, "e a distração durante a alimentação causa perturbações nesse sentido".


Fonte: Uol

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

Alimentos benéficos para a saúde da gestante e do bebê

1.Aveia
Carboidratos complexos como a aveia são ótimos para oferecer por mais tempo uma sensação de saciedade, evitando que você coma demais. O grão de aveia ainda tem o poder de baixar os níveis de colesterol. Um mingau ou uma vitamina de frutas no café-da-manhã caem bem, assim como farelos de aveia misturados a uma banana amassada são uma boa opção de lanche à tarde.

2.Banana
É fonte de potássio e oferece uma injeção de energia para contrabalançar a fadiga causada pela gravidez. Quem está sofrendo de enjoos deve evitar a banana crua, por ela ser indigesta, mas pode comê-la cozida, em temperatura ambiente ou gelada. Se você não gosta dessa fruta, pode tentar ingeri-la picadinha com cereal ou em shakes, com iogurte ou suco de laranja e morango.

3.Carne vermelha
A necessidade diária de ferro dobra durante a gravidez, então é importante incluir no cardápio muitos alimentos ricos nesse mineral. A carne vermelha tem um tipo de ferro facilmente absorvido pelo organismo e por isso deve fazer parte de sua dieta.

 4.Tomate
A fruta é rica em vitaminas A, B e principalmente C. Os vermelhos têm maior quantidade de licopeno, substância que protege contra doenças cardíacas e câncer. Contém ainda antioxidantes que atuam na prevenção do envelhecimento das células.

 5.Brócolis
O vegetal, disponível o ano inteiro, é rico em vários nutrientes fundamentais para uma gravidez saudável, incluindo ácido fólico, cálcio, fibra e antioxidantes, como o bioflavonóide. Fonte de vitamina C, o brócolis ajuda o organismo a absorver o ferro dos demais alimentos.

6. Leite pasteurizado
A necessidade diária de cálcio durante a gravidez aumenta 20%.Como o nutriente é imprescindível para a formação dos ossos e dentes do bebê, o próprio organismo da mãe absorve-o em maior quantidade nesse período. O ideal é ingerir quatro copos de leite por dia para suprir as necessidades de cálcio.É importante sempre optar pelo pasteurizado por não ter risco de conter microorganismos e bactérias.



 7.Queijo
Além de ser fonte de cálcio, o queijo é um alimento versátil, pois pode estar presente em qualquer refeição: cortado em cubinhos sobre uma salada na hora do almoço ou como recheio para o pão no café da manhã, por exemplo. Prefira as seguintes variedades: mussarela de búfala, ricota e cottage, porque têm menor teor de gordura e cheiro mais fraco, o que evita enjôos.

8.Frutas secas
Fáceis de ter sempre à mão, as frutas secas, como damasco, maçã, abacaxi e morango, são uma forma saudável de matar aquela vontade de comer algo doce. Só cuidado com a banana
seca, que é mais calórica e por isso deve ser ingerida em quantidades menores do que outras frutas secas.

 9.Feijões, lentilhas e grão-de-bico
Contêm em média 15 gramas de proteínas por xícara, além de serem ricos em vitaminas do complexo B. Têm fibras que auxiliam o sistema digestivo e regulam o intestino. E ainda são fonte de ácido fólico, cujo consumo é fundamental principalmente nos três primeiros meses da gravidez, porque evita malformação do feto.

10.Laranja
São 90% água combinada a diversos nutrientes. O mais importante é a vitamina C, que auxilia na prevenção de anemia e fadiga.A fruta também é rica em fibra, essencial para o funcionamento do intestino. Como você tem de beber 2 litros de líquido por dia, o suco
de laranja é uma ótima opção.

11.Soja
Também rica em proteínas, a soja deve aparecer no cardápio, principalmente de quem segue dietas vegetarianas e precisa ficar atento para ingerir a quantidade necessária de aminoácidos, sem comer carne. Meia xícara de tofu, por exemplo, tem 10 gramas de proteína, e a gestante deve ingerir cerca de 60 gramas por dia.

12.Ovos
São uma excelente fonte de proteína, podendo até substituir as carnes, pois contêm todos os aminoácidos essenciais ao organismo. Um ovo cozido na hora pode ser um excelente lanche da tarde. E uma omelete com queijo e legumes cabe muito bem no cardápio do almoço ou do jantar.

13.Nozes
A gordura é fundamental para o desenvolvimento do cérebro do bebê.
E é interessante consumir, de maneira equilibrada e orientada, a forma saturada (encontrada na carne e
na manteiga, por exemplo) e também a não-saturada, mais saudável, presente nas nozes.
Mas cuidado: esse é um alimento que engorda e, portanto, precisa entrar no cardápio com
moderação.

14.Folhas verdes
Quanto mais escuro o tom de verde do alimento, mas rico ele é em vitaminas. Espinafre cozinho tem altos níveis de ácido fólico e ferro. Quem não gosta de comer folhas verdes em saladas pode adicioná-las a um sanduíche, misturar na sopa ou em pratos de massas.
 
15.Pão integral
Trocar o pão branco pelo integral contribui para a ingestão diária de fibra recomendada, que é de 20 a 35 gramas. Comendo duas fatias por dia, seu organismo também ganha ferro e zinco.

Fonte: Crescer

E atenção com estes alimentos
- Sushi, sashimi e carpaccio: peixes e carnes cruas estão proibidos. Doenças contraídas deles são especialmente perigosas. Um exemplo é a toxoplasmose, que coloca em risco a saúde do feto, provocando anomalias irreversíveis;
- Embutidos: como salsinha, bacon e peperoni. São ricos em sódio e podem contribuir para o aumento da pressão nas gestantes com predispodição para o problema, colocando em risco a gravidez por conta da eclâmpsia;
- Mel e palmito: escolha o mel industrializado e verifique se ele tem o selo SIF (Selo de Inspeção Federal), que garante sua qualidade e sua procedência. O caseiro pode conter bactérias, como as que causam o botulismo, infecção que compromete o sistema nervoso e pode levar à morte. O mesmo ocorre com o palmito que deve ser fervido por dez minutos antes do consumo.

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Frutas e seus benefícios à saúde

Uva

UvaA uva é uma fruta rica em substâncias anticancerígenas e antioxidantes, que previnem o envelhecimento e o surgimento de várias doenças. Além disso, a casca das uvas escuras contém, entre outras substâncias, resveratrol e quercetina, que ajudam a aumentar o colesterol HDL, que é considerado bom para o nosso organismo.
A uva é rica em carboidratos, a cada 100 gramas fornecem 68 calorias. Possui vitamina C e tem pequenas quantidades de vitaminas do complexo B, que ajudam a manter a saúde dos nervos, pele, olhos, cabelos, fígado e boca, entre outros.
Quem a consome ingere boas doses de potássio, essencial para manter os fluidos corporais. Cálcio, importante para a saúde de ossos e dentes. Magnésio, um dos principais responsáveis pela ativação de receptores de insulina. Cobre, que previne a anemia e doenças ósseas. Iodo, mineral indispensável para o ser humano.Fósforo, que integra a estrutura dos ossos e dentes.

Damasco seco

DamascoO damasco seco é um alimento antioxidante, isento de gordura e sódio e rico em fibras, que evitam a constipação e problemas de intestino. Ele também é abastado em beta-caroteno, poderoso antioxidante, e boro, que previne a osteoporose.
A cada 100 gramas de damasco seco são ingeridas cerca de 240 calorias, além de significativas quantidades de potássio, que é essencial para manter os fluidos corporais, e ferro, principal componente da hemoglobina.

Cereja

CerejaA cereja apresenta um baixo teor calórico, cerca de 15kcal para cada uma, e ajuda na redução do colesterol. Ela é uma boa fonte de vitamina A, que é antioxidante e ajuda na renovação da pele. Potássio, fundamental para manter os fluidos corporais. Fibra solúvel, que ajuda na digestão, e vitamina C, poderoso antioxidante cuja principal função é a hidroxilação do colágeno, a proteína fibrilar que dá resistência aos ossos, dentes, tendões e paredes dos vasos sanguíneos.

Amora preta

Amora pretaA amora preta tem uma grande quantidade de cálcio (46mg/100g fruto), importante elemento para dentes e ossos, além de possuir ácido elágico, substância que muitos especialistas acreditam ser anti-cancerígena.
Ela também possui um alto teor de potássio (245mg/100g fruto), contém a fibra solúvel pectina, que ajuda a reduzir os níveis de colesterol no sangue, e também apresenta propriedades antioxidantes, pois possui vitamina C e vitamina E.

Framboesa

FramboesaA framboesa é uma fruta que possui boas quantidades da vitamina B1 (tiamina), cerca de 25mcg a cada 100 gramas. Essa vitamina é importante para o funcionamento do sistema nervoso, dos músculos e do coração.
Ela também tem significativa quantidade de vitamina B5 (niacina), cerca de 0,45mg para cada 100 gramas de fruta , que ajuda a controlar a capacidade de resposta do corpo ao stress e no metabolismo das proteínas, gorduras e açúcares.
Além disso, outras substâncias encontradas na framboesa são as vitaminas A, C, que são poderosos antioxidantes, e o mineral cálcio, importante para quem tem doenças relacionadas aos ossos, como a osteoporose. Além disso, nela também podem ser encontrados fósforo, que integra a estrutura dos ossos e dentes, e o ferro, principal componente da hemoglobina.

Ameixa vermelha

Ameixa vermelhaA ameixa é bastante conhecida pelo seu poder laxativo, que ajuda pessoas vítimas da prisão de ventre. Ela é rica em vitaminas do Complexo B, que são essenciais ao crescimento e fortalecimento do cabelo e evitam problemas de pele e doenças como o reumatismo.
Além disso, essa fruta tem uma importante quantidade de fósforo, que integra a estrutura dos ossos e dentes, potássio, fundamental para manter os fluidos corporais, e vitamina A, que é antioxidante e ajuda na renovação da pele.

Tâmara

TâmaraA tâmara é rica em potássio, substância essencial para o funcionamento normal dos fluidos corporais, ferro, mineral indispensável para o ser humano e niacina, que ajuda a controlar a capacidade de resposta do corpo ao stress e no metabolismo das proteínas, gorduras e açúcares. Ela também tem significativa quantidade de vitamina B6, que contribui para evitar diversas perturbações nervosas e da pele.

Pêssego

PêssegoO pêssego possui consideráveis quantidades de fibras, que são importantes para o bom funcionamento do intestino, e vitamina B5 (Niacina), uma das vitaminas do complexo B, cuja função é ajudar a controlar a capacidade de resposta do corpo ao stress e no metabolismo das proteínas, gorduras e açúcares. Além disso, ele possui grandes quantidades de vitamina A e C, que são antioxidantes, vitamina D, que promove a absorção de cálcio e ferro mineral importante para prevenir anemias.

Para concluir

As frutas acima citadas, além de refrescantes, são repletas de nutrientes quem fazem muito bem a saúde do homem. Depois de se deliciar com elas, o próximo passo é degustar as castanhas, amêndoas, nozes, dentre outras frutas oleaginosas que também trazem muitos benefícios à saúde.

Fonte: Banco de Saúde
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